Underscore (por extenso)

20 abril, 2006

Agora é marmelada ?

Agora é marmelada ?

Eh rapazinho

Eh rapazinho

Eh rapazinho

Eh rapazinho

Eh rapazinho

Agora é marmelada ?

Rapazinho atoleimadinho
Andas sempre a ressacar
um dia levas uma verga
não te vais aguentar
tu não sabes que telefonar
fica feio é rafeiro
e que quer dizer que tu nã tens
dinheiro no mielheiro

Ê se fosse a tê pai
ê metia-te a trabalhar
tanta porrada ias levar
p'lum inferno ias passar
um dia vou-te apanhar,
tu podes com isso contar
e te pus a trabalhar
e que coiçes que vais levar
(tas c'ma vendo ?)

Mas como é marmelada
tu daqui na levas nada
só mechas nesses dentes ...
defecientes
diz que não roubas,
mas tu mentes
pões os meus nervos quentes
e os meus nervos são diferentes,
dás-me afogamentos

"Marmelada pa fumar"
coisa séria pa brincar
Na minha casa é só entrar
e ê sem contar,
Ê vou ver depois já não há,
e eu sem saber quem veio cá ...
Então chega-me aos ouvidos,
uns gemidos repetidos,
então eu desconfiei ...
foi um dia em que me irritei
fui ter contigo e briguei
como eu tou brigando
eu não tou aqui brincando
ê tou te mas é ameaçando
tu já tás mas é enjoando
e que nervos me tás me dando
Já sabes que era marmelada
senão levas é chapada
e tu sempre na calada
pa vê se na levas mais porrada,
tu és um grande ladrão,
grande naião,
és gayão
"batidos" dentro de um pão
era meter-te na fajã.
dar-te à casa de saúde,
tú nem sequer tens estudo,
a falar dessa maneira

é só asneira (x8)


Tu nem sabes falar e tú já tas me a rabar
Ê vou-te dar coiçes
Ê vou-te dar coiçes
Ê

Tu nem sabes falar e tú já tas me a rabar
(tú vais ver o que é levar ... vais levar tantas que até vais pegar a chorar)

Tu nem sabes falar e tú já tas me a rabar
Ê vou-te dar coiçes
Ê vou-te dar coiçes
Ê

Tú nem sabes falar e tú já tas me a rabar
Tú nem sabes falar
Tú Tú nem sabes falar


É só asneira x12





Ainda há coisas que não sei se estão certas, mas a pedido de muitas famílias cá está a tradução.

15 janeiro, 2006

Underscore recebe um novo look


Caríssimos colegas, como podem ver, dei uns retoques ao aspecto do nosso blog.
Espero que gostem !

09 janeiro, 2006

Milk balls with spetial sweet sauce

Este post tem por finalidade trazer a público os perigos que são os restaurantes Nepaleses !

Caro leitor, tenha muito cuidado, pois o underscore tem provas de que há uma rede de crime altamente organizado a operar na baixa Lisboeta.
Esta rede tem a sua base de operações no sótão de um restaurante Nepalês, o qual está protegido não só pela sua localização, que segundo certos e determinados engenheiros, muda todas as semanas, mas também por umas escadas com degraus de 2 centímetros (de profundidade) e cerca de 30 centímetros de altura cada um. A largura é a de uma escada normal. Esta escada impossibilita qualquer rusga polícial, a não ser que se empregue agentes bastante jovens (leia-se inexperientes e difíceis de encontrar nos dias que correm). Deixo ao cargo do leitor imaginar o típico agente policial a subir a dita escada.
O modo de operação deste nefasto grupo é o seguinte:
  1. Atrair as vítimas com cheiro intenso a caril.
  2. Deixa-las à espera ao frio, sob a promessa de "aquela mesa lá por cima da mesa lá ao fundo está quase a ficar livre", mas dita na mais pura mistura de Português/Nepalês que nos deixa perfeitamente reconfortados (a não ser que sejamos algum storyteller ...). Aqui começam os processos arcanos de lagavem cerebral.
  3. Engendrar um manhoso menu, atulhado de mensagens subliminares, de modo a intensificar o efeito da lavagem cerebral. Estas mensagens são pérolas da lavadela cerebral moderna, que passo a citar:
    • "Vem vindo ao restaurante ..."
    • "Bom apitit"
    • "Arooz com camrão"
    • "Supermesa" (sobremesa)
    • e o famoso: "Milk balls with spetial sweet sauce" (a versão em inglês de "Bolinhos de leite com molho doce")

  4. Após cerca de 3 a 4 doses de "só mais meia hora"/"a mesa está quase"/"já pediram o café", as vítimas são finalmente conduzidas ao interior do restaurante, onde o intenso cheiro a caril depressa envia o nosso cérebro para um estado de sono profundo, onde pensamos ver uma jangada cheia homenzinhos a atacar um rinoceronte em plena encosta do Everest. Isto para não falar em limões podres pendurados ao tecto com caudas de escorpião presas no fio (à la espanta-espíritos).

Findo este complexo tratamento (também conhecido por jantar), as pobres vítimas deste clan, pressentem que perderam "algo" de precioso ...
Seja um pacote de bolachas, um par de sapatos, um par de livros guardados com a vida ou até mesmo um portátil (carinhosamente chamado de máquina infernal estaporada).

NOTA: este post é baseado em factos dolorosamente reais .Atenção que não foram exagerados (ridicularizados talvez...).






Ora cá está, um extrazito ao post, para celebrar uns certos zunzuns que andam por aí rondar acerca de dois indivíduos que não vou dizer quem são que fizeram não sei o quê ...

E voçês sabem de quem é que eu estou a falar ...